Planejar
Perda nas 16 grandes, OEE, B/C, charter com pilar, condição básica e causa raiz.
Método que ensina. Prática que certifica.
Um guia completo para o líder conduzir um projeto de Manutenção Produtiva Total de verdade, em 7 passos pelas 4 fases do PDCA: Planejar (perda achada nas 16 grandes e valorizada em R$, OEE de partida decomposto, charter com o pilar âncora, condição básica restaurada e causa raiz provada), Executar (contramedidas com as ferramentas do pilar, treinando antes com LPP/OJT), Checar (ganho validado na régua do OEE, com MTBF/MTTR e B/C real) e Agir (SOP/CIL/LPP, pillar board e expansão horizontal) — com a Folha de Kobetsu Kaizen como documento vivo do projeto. Responda às perguntas-chave de cada etapa e, ao final, receba o relatório técnico e o laudo de recomendação ao título de Especialista em Manutenção Produtiva Total.
Perda nas 16 grandes, OEE, B/C, charter com pilar, condição básica e causa raiz.
Contramedidas com as ferramentas do pilar, treinando antes (LPP/OJT).
Ganho validado na régua do OEE + MTBF/MTTR + B/C real.
SOP/CIL/LPP, pillar board e expansão horizontal.
Engenheiro de Produção, mestre em Administração pela UFJF e professor em programas de pós-graduação da FGV, PUC-Minas, UFJF e UFV. À frente da Voitto há 18 anos, ajudou a formar centenas de milhares de especialistas em melhoria de processos no Brasil.
A Voitto é uma organização de treinamento acreditada pelo CSSC (Council for Six Sigma Certification) — órgão independente de referência mundial em melhoria de processos. Os programas seguem um corpo de conhecimento alinhado à ASQ e à norma ISO 13053, dando lastro e validade reconhecida ao seu título de Especialista em Manutenção Produtiva Total.
Conferir acreditação no CSSCA avaliação Voitto é flexível e proporcional: seu projeto não será reprovado por falta de uma ferramenta específica ou por detalhes de forma. O que conta é a lógica do método: a perda escolheu o projeto, a condição básica foi restaurada antes da análise, a causa foi provada no equipamento e o ganho fecha na régua do OEE.
O projeto nasce do mapa de perdas, não de palpite: perda classificada nas 16 grandes perdas, OEE de partida decomposto, perda convertida em R$/ano e priorizada pelo Pareto perda-custo e pelo B/C.
Limpeza é inspeção: limpeza inicial com etiquetas azul-vermelha, lubrificação e reaperto antes de analisar. Só então hipóteses 4M testadas com dados e a causa fechada no Why-Why — ou na análise P-M, quando a perda é crônica.
Antes × depois no mesmo indicador (KPI e KAI): OEE decomposto, MTBF/MTTR ou taxa de defeito, com o ganho em R$ na MESMA régua da valorização inicial — e o B/C real do projeto. Resultado que Finanças não valida não é resultado.
SOP/CIL/LPP com treinamento registrado, pillar board com plano de reação — e a expansão horizontal planejada: do equipamento modelo pras réplicas. Ganho que não expande é ganho pela metade.
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Emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados pela banca, três assinaturas e verificação on-line por QR Code.
A perda da área encontrada nas 16 grandes perdas, o OEE de partida decomposto (D × P × Q) e a perda física convertida em R$/ano.
Pareto perda-custo e o tema proporcional: a perda mais cara dentro da autoridade do time, atacável em ~3 meses, com o B/C que prova a prioridade.
Tema, meta (objetivo + valor + prazo), equipe com patrocinador — e o pilar âncora declarado, com suas interfaces.
Restaurar antes de melhorar: limpeza é inspeção, etiquetas azul-vermelha, lubrificação e reaperto — e só então a causa fechada no Why-Why ou na análise P-M.
5W2H executado com o time treinado ANTES de virar a chave (LPP/OJT), aplicando as ferramentas do pilar — e cada desvio registrado.
KPI e KAI antes × depois na mesma régua — OEE decomposto, MTBF/MTTR — com o ganho em R$ validado e o B/C real do projeto.
SOP/CIL/LPP, pillar board com plano de reação e a expansão horizontal — do equipamento modelo pras réplicas.
Todo projeto exercita um dos 8 pilares do TPM — declarado no charter, ele define as ferramentas do ataque e sai estampado no certificado.
Ataque às 16 grandes perdas priorizadas por custo: Pareto perda-custo, Why-Why, análise P-M e o OEE como régua.
Operador dono do equipamento: 7 passos, limpeza é inspeção, etiquetas de anomalia, CIL e LPP.
Zero quebra: histórico de falhas, fases I–III (restaurar → corrigir fraquezas → prevenir por condição), MTBF e MTTR.
Zero defeito na origem: Matriz QA, Matriz QM, análise 4M e as condições do equipamento que garantem a qualidade.
Equipamento e produto novos que já nascem confiáveis: MP-info, custo do ciclo de vida (LCC) e vertical startup.
Eliminar o erro por falta de habilidade: matriz de habilidades, dojo, LPP e OJT que sustentam os demais pilares.
Perdas das áreas de apoio (PCP, compras, logística): fluxo de informação, retrabalho e lead time administrativo.
Zero acidente, zero poluição: near misses, mapa de riscos, condições inseguras e perdas de energia e resíduo.
A certificação é única e nasce da prática: quem conduz um projeto TPM real, percorre os 7 passos e comprova o ganho na régua do OEE recebe o título de Especialista em Manutenção Produtiva Total — com o pilar âncora do projeto estampado no certificado e a evidência da aplicação registrada no laudo.
O TPM que resolve começa muito antes da primeira contramedida. Estas boas práticas orientam sua condução — e são exatamente o que a avaliação procura como evidência.
No TPM não se escolhe projeto por preferência: mapeie as perdas da área nas 16 grandes perdas, valorize em R$/ano e ataque a que o Pareto perda-custo e o B/C apontarem. Perda sem dinheiro não é projeto.
Disponibilidade × Performance × Qualidade (mais MTBF, MTTR ou taxa de defeito, conforme o pilar) — e a valorização da perda em R$/ano validada com Controladoria/Finanças. É essa régua que mede o ganho no final; régua trocada no meio invalida o resultado.
A perda mais cara dentro da autoridade da equipe, atacável em ~3 meses. Tema grande demais trava em outra área; pequeno demais não move o OEE. Desproporção pra mais ou pra menos é erro de método.
Todo projeto exercita um dos 8 pilares — FI, AM, PM, QM, EEM, E&T, Office, SHE. Declará-lo no charter define as ferramentas do ataque e as interfaces com os pilares vizinhos.
Limpeza inicial com o time é inspeção: etiquetas azuis (operação) e vermelhas (manutenção), lubrificação e reaperto. Muita perda morre aqui — e analisar equipamento deteriorado mira a sujeira, não a causa.
Hipóteses 4M testadas com dados no próprio equipamento e a cadeia de porquês fechada com evidência — ou análise P-M quando a perda é crônica e o Why-Why não fecha. Ishikawa votado não é causa comprovada.
Quem opera o equipamento levanta as melhores hipóteses — e é quem vai executar as contramedidas e sustentar o padrão depois. Equipe multifuncional é a marca do Kobetsu Kaizen.
Um documento, uma história: perda, priorização, condição básica, causa, contramedidas, ganho e expansão. Se algo não dá pra contar nela, tem lacuna no método.
LPP (Lição Ponto a Ponto) no posto e OJT registrado, em todos os turnos, ANTES da execução. Quem executa sem entender o porquê volta ao jeito antigo na primeira dificuldade.
KPI e KAI antes × depois, ganho decomposto no OEE (ou MTBF/MTTR) e validado em R$ na régua da valorização, com B/C real. Depois SOP/CIL/LPP, pillar board com plano de reação — e a pergunta que multiplica: onde mais essa solução se aplica? Solução presa no equipamento modelo é ganho pela metade.
Dados e gráficos não podem ser maquiados — hipóteses descartadas também contam a história. Exemplos hipotéticos devem ser identificados como ilustrativos. O resultado precisa ser da sua área, do seu projeto.
Abra a jornada, responda às perguntas-chave da Identificação da perda e comece a construir sua Folha de Kobetsu Kaizen.

Perda que não vira dinheiro não vira projeto.
A diferença entre melhoria por entusiasmo e TPM é método: as 16 grandes perdas valorizadas em R$ escolhem o alvo, a condição básica é restaurada antes da análise, a causa se prova no equipamento e o ganho fecha na mesma régua — OEE e MTBF antes × depois, validado por Finanças, com B/C na mesa. Se o ganho sustentou e a solução expandiu pros equipamentos vizinhos, foi TPM — se ficou no gráfico da apresentação, foi só evento.
Os templates são gratuitos e editáveis. Informe seu e-mail e o download começa na hora.
Usamos seu e-mail pra enviar o material e conteúdos de melhoria contínua da Voitto. Sem spam.
A Folha de Kobetsu Kaizen — o documento vivo do seu projeto mais 15 ferramentas do TPM, organizadas pelas quatro fases do PDCA: Mapa das 16 Grandes Perdas, OEE decomposto, Pareto perda-custo com B/C, Charter, Restauração da Condição Básica (etiquetas + CIL), Ishikawa 4M, Why-Why e análise P-M, 5W2H, SOP/CIL/LPP, pillar board e mais. Abra e preencha direto no navegador; dentro da etapa do seu projeto o que você preencher é salvo como evidência — e a Folha de Kobetsu Kaizen te acompanha da primeira à última etapa. Não precisa usar todas: use as que a sua perda pedir.
Passos 1 a 4 do projeto TPM — identificação da perda, priorização, charter e causa raiz: ache a perda entre as 16 grandes, meça o OEE de partida, valorize em dinheiro, formalize o projeto com o pilar âncora e — antes de melhorar — restaure a condição básica e prove a causa.
Passo 5 do projeto TPM — contramedidas: treine quem opera ANTES de virar a chave (LPP/OJT), execute com as ferramentas do pilar e registre tudo — datas reais, evidências e desvios.
Passo 6 do projeto TPM — verificação de resultados: KPI e KAI antes × depois na mesma régua, o ganho decomposto no OEE (ou em MTBF/MTTR) e o B/C real. Resultado que Finanças não valida não é resultado.
Passo 7 do projeto TPM — padronização e expansão: transforme a contramedida em padrão treinado, monte a gestão à vista que segura o ganho e replique a solução — do equipamento modelo pros similares.
A avaliação é técnica, construtiva e formativa: você deve sair sabendo o que fez bem e como evoluir. O título de Especialista em Manutenção Produtiva Total nasce da perda eliminada com método, e a análise sempre reconhece os acertos antes das ressalvas.
Certificação única, concedida ao líder que conduz um projeto TPM real na sua área: percorre os 7 passos da jornada, documenta tudo na Folha de Kobetsu Kaizen e comprova o ganho na régua do OEE. O certificado registra o projeto realizado e o pilar âncora; o laudo técnico traz a evidência da aplicação.
O portão de entrada é sempre o mesmo: perda valorizada em R$ + condição básica restaurada + causa raiz comprovada com dados + ganho validado na mesma régua (OEE, MTBF/MTTR) + padronização com treinamento e expansão. Ferramentas sofisticadas enriquecem, mas não substituem esse essencial.
Um documento à altura da sua conquista — emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados, três assinaturas e verificação on-line por QR Code:
Cada critério é classificado como Atende · Atende parcialmente · Não atende.
A perda foi classificada nas 16 grandes perdas, o OEE de partida decomposto (ou MTBF/MTTR, taxa de defeito), a perda convertida em R$/ano com memória de cálculo e priorizada por Pareto perda-custo e B/C — e não escolhida por palpite?
A limpeza inicial foi feita com etiquetas e lubrificação ANTES da análise? O tema é proporcional ao time? As hipóteses 4M foram testadas com dados, a causa fechou em Why-Why (ou análise P-M) e as descartadas aparecem na Folha de Kobetsu Kaizen?
O antes × depois está no mesmo indicador (KPI e KAI) — OEE decomposto, MTBF/MTTR ou taxa de defeito? O ganho em R$ foi validado na régua da valorização inicial e o B/C real calculado?
O padrão foi criado ou revisado (número, versão e data) e quem executa foi treinado, com registro — em todos os turnos?
Há item de controle com limite e plano de reação segurando o ganho? A réplica pra equipamentos similares foi planejada — ou justificada a ausência?
Os cinco critérios essenciais atendidos (mesmo que de forma simples): perda valorizada a partir das 16 grandes, condição básica restaurada com causa provada por dados, ganho validado na mesma régua com B/C, padronização treinada e pillar board com expansão planejada.
O método foi seguido e o ganho aconteceu, mas com lacunas relevantes (ex.: valorização frágil, OEE sem decomposição, B/C sem custo completo, OJT sem registro, expansão só citada). Recomenda-se o título e registram-se orientações para a sustentação.
Falta um alicerce essencial: a perda não foi valorizada (projeto por palpite), a causa não foi comprovada com dados, o ganho não fecha na régua da valorização, ou nada foi padronizado. O laudo é sempre construtivo, dizendo o que falta.
Uma única fragilidade em ferramenta não leva a "não recomendado". E se a Verificação mostrou que o ganho não sustentou e o projeto voltou à condição básica e ao Why-Why pra reanalisar a causa, isso não é defeito: é fidelidade ao método — o retorno documentado vale mais que um sucesso sem evidência.
A Análise Técnica fase a fase e o Laudo Voitto com o parecer e a justificativa objetiva — prontos para imprimir ou salvar em PDF.