| Indicador (KPI ou KAI) | Antes | Depois | Meta | Variação % |
|---|---|---|---|---|
| Ex.: horas de parada por quebra do tracionador/mês (KPI) | 38 h/mês | 9 h/mês | ≤ 12 h/mês | −76% |
| Ex.: OEE da extrusora 2 (KPI) | 58% | 71% | 70% | +13 p.p. |
| Ex.: trocas de rolamento feitas com gabarito e torque (KAI) | 0% | 100% | 100% | — |
| Ex.: aderência ao CIL do tracionador por turno (KAI) | — | 96% | ≥ 95% | — |
| Fator / indicador | Antes | Depois | Como foi medido (mesma fonte e mesma janela) |
|---|---|---|---|
| Disponibilidade | 71% | 86% | apontamento de parada da extrusora 2 — mesma classificação das 16 perdas |
| Performance | 86% | 87% | metros produzidos ÷ velocidade nominal do perfil, mesma cesta de produtos |
| Qualidade | 95% | 95% | refugo + retrabalho da linha, mesmo critério de classificação |
| OEE (D × P × Q) | 58% | 71% | a melhoria veio quase toda pela Disponibilidade — coerente com a perda atacada (quebra) |
| MTBF (tempo médio entre falhas) | 46 h | 198 h | histórico de falhas do CMMS — janela de 3 meses antes × 3 meses depois |
| MTTR (tempo médio de reparo) | 82 min | 45 min | ordens de serviço corretivas do tracionador (abertura → liberação) |
| Nº de quebras/mês | 14 | 3 | ordens corretivas do conjunto tracionador no CMMS |
| Ganho | Memória de cálculo | R$/mês | R$/ano | Validado por (nome / data) |
|---|---|---|---|---|
| Ex.: horas de extrusora recuperadas | 29 h/mês recuperadas (38 → 9) × R$ 2.100/h — mesmo custo de hora parada da valorização inicial | ≈ R$ 60,9 mil | ≈ R$ 731 mil | Controladoria — 12/12/2026 |
| Ex.: rolamentos e correntes não consumidos (ganho de carona) | 7 rolamentos + 2 correntes/ano a menos — NÃO somado ao B/C, por conservadorismo | ≈ R$ 1,6 mil | ≈ R$ 19 mil | Controladoria — 12/12/2026 |
Ex.: custo total realizado R$ 74 mil (investimento de R$ 64 mil + horas da equipe + mangueira do ponto remoto refeita). B/C real = 731 ÷ 74 ≈ 9,9. Sustentação: 3 meses monitorados, incluindo 2 trocas programadas de rolamento, sem retorno ao patamar antigo.
Ex.: meta atingida (OEE 71% ≥ 70%, MTBF 198 h) e ganho validado pela Controladoria — seguir pra Padronização e Expansão. Se o resultado NÃO tivesse sustentado: voltar à condição básica e ao Why-Why — causa mal identificada não se resolve com mais ação.
| Efeito observado | Positivo / negativo | Tratamento |
|---|---|---|
| Ex.: lubrificação pelo ponto remoto tirou o operador da zona de risco da corrente | positivo (segurança) | risco reclassificado no mapa de riscos da área — registrado na interface com o pilar SHE |
| Ex.: refugo de perfil fora de bitola nos religamentos caiu 41% | positivo (qualidade) | registrado como ganho adicional de qualidade, ainda não somado ao B/C |
| Ex.: check do CIL adiciona 6 min/turno | negativo controlado | incorporado ao balanceamento do posto, sem perda de produção |
Ex.: gráfico sequencial contínuo (P05) atualizado com a linha da meta, mais o OEE decomposto em barras empilhadas — anexados ao projeto e à Folha de Kobetsu Kaizen.
O ganho só existe na mesma régua da valorização inicial — mudou o custo de hora parada ou a janela de medição no meio, virou "ganho de apresentação" e a banca (e a auditoria) derruba. Mostre o OEE decomposto: se a perda atacada era quebra, a melhoria tem que aparecer na Disponibilidade e no MTBF — se apareceu em outro fator, a história não fecha. Valide com Finanças antes de declarar e feche o B/C com o custo total realizado, não só com o investimento.