KIT TPM VOITTO · FASE PLANEJAR — PASSO 3 · CHARTER DO PROJETO

GRÁFICO SEQUENCIAL (KPI + KAI)

Os indicadores de resultado e de atividade no tempo, com a linha da meta — a régua do antes e do depois

Como usar

  1. Defina o KPI (indicador de RESULTADO — mede a perda: horas de quebra, OEE, MTBF) e o KAI (indicador de ATIVIDADE — mede o método rodando: aderência à rota de lubrificação, % de trocas feitas com gabarito).
  2. Registre a série do KPI período a período, sempre na mesma unidade — o baseline vem da valorização da perda (P01) e do OEE de partida (P02).
  3. Trace a linha da meta (do Charter, P04) e plote os pontos, ligando-os com uma linha.
  4. Anote os eventos de cada período — troca de perfil, parada programada, limpeza inicial, virada de turno: gráfico sem contexto engana.
  5. Continue preenchendo durante o projeto: este mesmo gráfico prova a queda de patamar na Verificação (C11) — e o KAI explica de onde ela veio.
Projeto / equipamento
KPI principal / unidade
Meta (valor + prazo)

1. Definição dos indicadores

todo projeto TPM acompanha resultado (KPI) E atividade (KAI)
Indicador Tipo Unidade Fonte do dado Frequência
Ex.: horas de quebra do tracionador (extrusora 2)KPI (resultado)h/mêsapontamento da linha + OS do CMMSsemanal
Ex.: OEE da linha de extrusão 2KPI (resultado)%MES / relatório de produção (D × P × Q)mensal
Ex.: MTBF do tracionadorKPI (resultado)hCMMS (tempo programado ÷ nº de quebras)mensal
Ex.: aderência à rota de lubrificaçãoKAI (atividade)%cartão CIL do turnodiária
Ex.: % de trocas de rolamento com gabarito e torquímetroKAI (atividade)%checklist da OS de trocapor troca

2. Série do indicador

um período por linha — valor medido, não estimado
Período Valor do KPI Valor do KAI Meta Eventos / observações do período
mai/2638 h≤ 10 hEx.: baseline — média jan–mai/2026 do apontamento (14 quebras/mês)
jun/2641 h≤ 10 hEx.: 2 trocas de rolamento no turno 3 — reincidência em 9 dias
jul/2636 h≤ 10 hEx.: mês com 4 dias de parada programada — menos horas de operação, mesmo patamar de falha

3. Gráfico de linha

desenhe os pontos e ligue — imprima ou use caneta de anotação no PDF
valor do indicador →
meta
períodos →

Leitura da série

Ex.: patamar estável entre 36 e 41 h/mês há 5 meses — perda crônica, sem melhora espontânea (MTBF travado em 46 h). Após a restauração da condição básica e as contramedidas: queda para 9 h/mês sustentada por 3 meses, com aderência à rota de lubrificação em 100% e MTBF em 198 h.

Dica do especialista

Mantenha o mesmo formato, escala e unidade do início ao fim — régua que muda no meio invalida a comparação da Verificação. E acompanhe sempre o par: resultado sem atividade é sorte (o KPI caiu, mas ninguém sabe por quê, e o patamar volta), atividade sem resultado é método mal apontado (a rota de lubrificação está em 100% e a quebra não cede — a causa raiz foi mal identificada; volte à condição básica e ao Why-Why).

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